O que fazer na República Dominicana: de Punta Cana aos tesouros mais escondidos
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Que a República Dominicana tem praias de águas em tons impressionantes, sol quase o ano inteiro e muitos coqueiros para descansar à sombra, você provavelmente já sabe. O que nem todo mundo imagina é há muito o que fazer na República Dominicana além do turismo sol e mar: o país reúne também cenotes, lagoas, montanhas e cidades cuja história influenciou a formação da América Latina como conhecemos hoje. Foi na Isla Hispaniola, território atualmente dividido entre República Dominicana e Haiti, que Cristóvão Colombo chegou e iniciou o processo de invasão que deixou marcas profundas em todo o continente americano, inclusive no Brasil. Memórias da escola resgatadas com sucesso por aí também?!
Para descobrir o que fazer na República Dominicana, vamos viajar por Miches, um preservado refúgio de praia, seguir até a península de Samaná e conhecer Las Terrenas e Santa Bárbara de Samaná, descer até Santo Domingo, capital do país, e finalizar o roteiro em uma reserva ecológica em Punta Cana. Como o país é grande e muito diverso, sobraram alguns destinos para uma próxima viagem e resolvi compartilhar com vocês no trecho “Pesquisei, mas não fui”. Lá você encontra lugares interessantes e que podem ser incluídos em viagens mais longas pela República Dominicana.
Aventure-se comigo pelo país do merengue e da bachata, do café Santo Domingo, do rum, do mangú (purê de banana-da-terra), das pessoas mais simpáticas e de detalhes que só quem visita consegue realmente sentir. Como diz a companhia aérea dominicana Arajet: vamos arriba!


Disclaimer: O LMTM foi convidado pelo Ministério do Turismo da República Dominicana, em parceria com a Global Vision Access, para conhecer Miches. A estadia em Playa Cosón e o passeio ao Parque de Los Haitises foram cortesias do hotel Viva Samaná. O Eco Journey Tour foi convite da Fundação Punta Cana. Os demais destinos foram visitados de forma independente. Eu, Jade Knorre, jornalista de viagens, tive a oportunidade de representar o LMTM nessa viagem e trazer um conteúdo exclusivo para você. As opiniões expressas aqui são inteiramente minhas e refletem genuinamente as experiências vivenciadas.
Se preferir, vá direto ao tema de interesse:

Miches
Miches é um dos destinos mais preservados do país e onde o ritmo desacelera de verdade. Dos poucos lugares ainda com praias tranquilas, natureza por todos os lados e hotéis integrados ao ambiente. Entre as praias de Miches mais bonitas estão Playa Arriba e Playa Esmeralda, ambas com mar calmo, tons de verde e sem sargaço o ano inteiro. Quem gosta de passeios na água pode praticar stand up-paddle, caiaque, snorkeling, e ainda conhecer lagunas próximas. O que fazer em Miches não para por aí: também tem paisagens lindas a partir da Montaña Redonda, famosa pelo visual panorâmico da baía, e um centrinho pequeno, mas acolhedor, com um Mercado de Artesanatos, um píer turístico e o Malecón, calçadão na beira da praia.
Vale destacar que a região integra o projeto Promiches, uma associação que reúne setor público e privado que busca estimular um modelo de turismo sustentável, com foco em conservação ambiental, inclusão comunitária e proteção de ecossistemas como manguezais e recifes. O Protortuga é um dos maiores exemplos desse esforço, um projeto de conservação que atua na proteção de tartarugas marinhas ao longo da costa de Miches.
Em relação à hospedagem, dois resorts em Miches se destacam: o Viva Miches, com perfil mais dinâmico e boa estrutura de lazer, e o Zemí Miches, que aposta em natureza, tranquilidade e uma experiência mais exclusiva.
Miches vista do mar | Piscina Zemí Miches | Balanço e vista da Montaña Redonda |
Mangue | Graffiti no centro da cidade | Drink no Viva Miches
“Miches me encantou. Realmente é uma joia da República Dominicana, cercada de muito verde, tanto das águas quanto da vegetação das montanhas. Me senti muito bem lá, adorei os passeios e me surpreendi com as boas práticas de sustentabilidade. Fiquei com vontade de aproveitar com mais calma tanto o Zemí Miches quanto o Viva Miches, hotéis que nos receberam com tanto carinho, conforto e delícias gastronômicas locais.” — Jade Knorre
Las Terrenas – Playa Cosón
Las Terrenas é um cantinho lindo ao norte da Península de Samaná. O povoado em si não é grande, mas agitado, com restaurantes, cafés, bares e um centrinho. É uma boa base para explorar praias vizinhas, como Playa Cosón, Playa Bonita, Playa Las Ballenas e El Portillo, além de visitar cachoeiras, como a Salto El Limón. Las Terrenas recebe diferentes perfis de viajantes, certamente você vai encontrar alguma hospedagem que combina com você.
Me hospedei no Viva Samaná, em Playa Cosón, e a experiência foi incrível. A Playa Cosón tem uma faixa de areia pequena, com sombra de coqueiros e águas calmas, e está a uma caminhada leve de 40 minutos até outras praias com cantinhos paradisíacos como Playa Bonita. O resort é apenas para adultos e tem uma atmosfera elegante, com um extenso gramado, coqueiros, uma piscina central. O quarto era muito amplo e confortável, com uma mini piscina privativa de frente para o mar. No Viva Samaná há restaurantes temáticos e também um buffet disponível para café da manhã, almoço e jantar, num espaço muito agradável ao ar livre. Como o mar é muito tranquilo, você pode aproveitar também para reservar um stand up paddle ou um caiaque e curtir a praia de outro ângulo.
Vale destacar que a garrafinha de água Vero reutilizável, medida de sustentabilidade que tanto encantou no Viva Miches (mencionei isso nesta review), não estava presente aqui durante a nossa estadia em setembro de 2025. Hoje, segundo Evelin Vargas, Coordenadora Geral de Qualidade e Meio Ambiente do Viva Resorts, já é possível encontrar a garrafa de vidro ao chegar no quarto e dispensers de água pelo hotel.
Fotos no Viva Samaná e Playa Cosón | Foto na rede em Playa Bonita e, ao lado, na carona do seu Luís voltando pro hotel.
“Nunca vou esquecer o pôr do sol no Viva Samaná. Depois de um dia exaustivo de estrada, com muito trabalho, conferindo roteiro e hospedagens para os próximos dias, eu simplesmente desliguei das preocupações e entrei no mar. A água estava quentinha, o céu ainda estava com aqueles tons alaranjados no horizonte, estrelas aparecendo entre os coqueiros. Foi surreal. Melhor ainda foi sair dali, aproveitar um jantar delicioso e apreciar o céu estrelado direto da minha sacada com piscina privativa. No outro dia fui a pé à Playa Bonita. Linda demais! Na volta, andei pela primeira vez de moto (juro!) com o seu Luís, que trabalhava como moto concho (mototáxi) há quase 40 anos. Foi muito divertido.” — Jade Knorre
Santa Bárbara de Samaná
Entre a baía e pequenas montanhas, se acomoda Santa Bárbara de Samaná. A região com a maior parte das atrações pode ser percorrida a pé. Vale a pena incluir no passeio o Mercado Público de Samaná, pouco organizado, mas com tudo o que você pode imaginar; o Museu das Baleias, compacto e com várias informações interessantes; as belas Pontes de Samaná, pontes de pedestres que cruzam o horizonte da baía e ligam o continente a pequenas ilhotas; La Churcha, igreja fundada por afroamericanos e com uma história incrível de resistência, e o Malecón, com seus mirantes, ciclovia e restaurantes. Se quiser ir um pouco além da zona central, para comprar o pão de coco ou yaniqueque (versão dominicana do Johnny Cake, uma massinha de pastel frita) na tradicional padaria D’Vieja Pan, considere pegar um moto concho e experimentar esse transporte super dominicano.
É a partir do cais de Santa Bárbara de Samaná que sai a maioria dos barcos com destino ao Parque de Los Haitises, cenário natural impressionante e ponto alto da viagem à Samaná, e Cayo Levantado, uma ilha paradisíaca onde foram gravadas cenas do filme Piratas do Caribe. De janeiro a março, também é um dos melhores lugares para fazer passeios na República Dominicana de avistamento de baleias jubarte.
Com mais dias na cidade, é possível pegar uma guagua (micro ônibus comum por aqui) e ir até praias belíssimas na ponta da Península da Samaná, na região de La Galeras. Anote aí: Playa Grande e Playita, mais urbanas, e Playa Rincón, mais deserta. É possível fazer uma trilha entre as duas passando por pequenas praias também, ou um passeio de stand up paddle pelo rio Caño Frio que deságua na praia Rincón — esse ainda está na lista e ficou para a próxima visita…
Mercado de Samaná | La Churcha | Museu das Baleias | Pontes de Samaná de diversos ângulos |
Parque Nacional Los Haitises e Cayo Levantado
“Santa Bárbara de Samaná tem um sentimento diferente envolvido. Foi lá que a viagem solo começou, e onde pude ter uma vivência diferente do país. Nas minhas viagens, o destaque costuma sempre o mercado central, e dessa vez não foi diferente. Era pequeno até, mas com um turbilhão de estímulos, com uma vida que só pulsa ali. No quesito passeios, o Parque Los Haitises ganhou meu coração. Com ilhotas que existem lá e em outros poucos lugares do mundo, a paisagem é distinta, e a riqueza natural e histórica do parque mereceriam ainda mais tempo de visitação. Agradeço ao Viva Samaná e Moto Marina Tours pelo convite.” — Jade Knorre
Santo Domingo
Santo Domingo é considerada a primeira cidade fundada na América pelos europeus, em 1496. Caminhar pelo centro antigo, conhecido por lá como Zona Colonial, é como atravessar séculos em poucas quadras e se deparar a todo momento com museus, ruínas, universidades e igrejas que comumente levam junto ao nome o título de “mais antigo das Américas”. É nessa região que eu fiquei, e geralmente onde ficam hospedados a maioria dos turistas. É um local muito seguro, com muitos bares, restaurantes, cafés e música dominicana ao vivo por todos os lados.
A capital dominicana é grande, e tem uma parte mais moderna, mas se você tem poucos dias e não sabe o que fazer em Santo Domingo, a dica é concentrar na região histórica mesmo. Junte-se a um free walking tour para se situar e ter um panorama histórico e cultural, e depois caminhe sem pressa pelas ruas. Se estiver na cidade no domingo, não perca o show do Grupo Bonyé no final da tarde, nas Ruínas de San Francisco — uma programação cultural totalmente local, gratuita, e uma das experiências mais incríveis que tive no país (aprendi merengue com duas dominicanas muito gente boa! Gracias, Griselda y Maribel!).
Santo Domingo gosta de surpreender. A menos de 10 minutos do centro e acessível por transporte público, táxi ou aplicativos, está o Parque Nacional Los Tres Ojos, um refúgio natural belíssimo. Para chegar as lagoas é preciso descer uma longa escadaria, o que pode ser desafiador para pessoas com mobilidade reduzida, mas lá embaixo, quatro lagoas de água transparente revelam tons de azul ainda mais intensos quando a luz do sol passa pela abertura das cavernas. Eu nunca tinha visto nada parecido com um cenote na vida e fiquei maravilhada! A entrada custa 200 pesos dominicanos* e só pode ser paga com cartão; eu mesma paguei com o Wise. O último lago você pode escolher atravessar ou não para chegar no quarto “ojo” e deve pagar diretamente ao barqueiro 50 pesos* em dinheiro.
Centro histórico de Santo Domingo | Parque Nacional Los Tres Ojos
Punta Cana – Los Ojos Eco Journey
Punta Cana costuma ser lembrada pelos resorts e pela infraestrutura gigante, mas nossa experiência ali foi outra. Fomos conhecer o trabalho da Fundação Grupo Puntacana, que mantém uma área de cerca de 600 hectares de floresta na Reserva Ecológica Ojos Indígenas. A Reserva desenvolve projetos essenciais para a região, como a recuperação de corais, a proteção do gavião de Ridgway, o cuidado com a endêmica iguana-rinoceronte, além de iniciativas de apicultura.
O Eco Journey, que dura cerca de duas horas e meia, leva também por trilhas de vegetação tropical até doze lagoas em tons de azul e verde alimentadas por rios subterrâneos. Quatro delas são abertas ao público — entrei em todas e estão aprovadíssimas! — e a transparência da água é impressionante. Se puder, leve óculos de mergulho: a sensação de colocar o rosto na água e ver tudo tão nítido é uma das partes mais especiais do passeio.

Dica da raposa consciente: Sempre que seu passeio envolver entrar em lagoas ou cenotes, prefira usar camisetas de proteção UV ao invés de passar protetor solar. Os protetores, cremes de cabelo, entre outros produtos químicos podem contaminar o ecossistema, inclusive lençóis freáticos, prejudicando quem mora nas redondezas e depende dessa água para beber.
O passeio custa 90 dólares* por pessoa e pode ser reservado em agências ou diretamente no site oficial. Quem compra por conta própria só precisa apresentar a confirmação no Centro de Visitantes do Puntacana Resort para acessar a reserva.
Eco Journey Tour
“Esse passeio superou as expectativas! Tive apenas uma manhã livre em Punta Cana, mas tenho certeza de que aproveitei da melhor forma possível conhecendo a Fundação Punta Cana por meio do Eco Journey. Adorei saber mais sobre as espécies endêmicas da ilha e os projetos de recuperação e proteção da fauna e flora. Fazer as trilhas e mergulhar nos “ojos” foi a cereja do bolo. A paisagem e a cor da água eram surreais.” — Jade Knorre
Extra: pesquisei, mas não fui!
Ainda há muito mais o que fazer na República Dominicana. Veja a seguir alguns destinos que pesquisei mas não tive tempo de ir.

Bayahibe
Base para quem quer fazer o passeio até Isla Saona, tida como uma das ilhas mais bonitas do país. É um passeio comum também a partir de Punta Cana. A vila é conhecida por ser pequena, charmosa, com praia calma, bons hotéis e resorts.
Constanza
No coração das montanhas dominicanas, Constanza promete temperaturas mais baixas, plantações, vales verdes e trilhas. É um destino para quem gosta de natureza e quer viver algo completamente diferente do litoral.


Cabarete
Cabarete é conhecida como um dos principais polos de esportes aquáticos da República Dominicana, com condições favoráveis de vento e ondas para surf, kitesurf e windsurf grande parte do ano. Reúne uma comunidade jovem descolada.
Turismo sustentável na República Dominicana
Cada escolha que fazemos durante uma viagem tem impacto direto no meio ambiente, nos animais e na vida das comunidades locais. Pensando nisso, reunimos algumas orientações simples de o que fazer e o que não fazer para que sua experiência na República Dominicana seja positiva para você e contribua para valorização de seu povo e preservação dos seus ecossistemas.
O que NÃO fazer na República Dominicana
- Não participe de qualquer atividade que envolva tocar, alimentar ou interagir diretamente com animais silvestres. Isso vale para macacos, tartarugas e aves. Essas práticas não são seguras para você e nem para o animal. Elas aumentam o risco de transmissão de doenças, alteram comportamentos naturais e prejudicam o bem-estar das espécies.
- Evite passeios que oferecem animais como meio de transporte. Mesmo sendo uma prática cultural em algumas regiões, o ideal é não expor os animais a esforço ou risco desnecessário. Quando disponível, prefira os carrinhos elétricos (foto abaixo).
- Vai fazer um passeio de barco? Busque por operadoras que respeitam as distâncias regulamentadas de corais e baleias e que seguem práticas de turismo sustentável. Distâncias inadequadas colocam ecossistemas fragilizados em risco. Caso perceba alguma conduta irregular, registre uma denúncia e não contrate o serviço novamente.

que eram usadas para turismo em Santo Domingo
O que fazer na República Dominicana
- Use camisetas de proteção UV ao mergulhar em lagos ou cenotes, assim você se protege e não contamina o ambiente com protetor solar.
- Apoie negócios locais escolhendo pequenos restaurantes, cafés, feiras de artesanato e projetos comunitários. Produtos típicos como mamajuana, bebida alcoólica tradicional, e joias com larimar, pedra da região, podem ser comprados em mercados regionais.
- Dê preferência a atividades realmente conduzidas por dominicanos, como free walking tours, passeios de barco operados por guias locais, apresentações como o show do tradicional Grupo Bonyé aos domingos em Santo Domingo e ações ecológicas realizadas por iniciativas como Promiches e a Fundação Grupo Puntacana.
- Prefira hotéis, pousadas e agências com práticas claras de sustentabilidade, gestão responsável de resíduos e respeito às áreas marinhas protegidas.
- Leve um kit reutilizável com garrafa, copo, talheres e sacola. Numa ilha, reduzir o uso de plásticos faz muita diferença.
Preparativos para a viagem
1) Passaporte e entrada na República Dominicana
Brasileiros não precisam de visto para entrar na República Dominicana, mas é obrigatório apresentar passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da data de chegada.
Além disso, todos os viajantes devem preencher o formulário eletrônico de entrada e saída (E-Ticket), disponível no site oficial do governo dominicano. O formulário pode ser preenchido a partir de uma semana antes da viagem e até momentos antes de passar pela imigração. Após o envio, o sistema gera um QR Code que deve ser apresentado na entrada e na saída do país. Guarde-o no celular ou leve uma cópia impressa, para evitar imprevistos no aeroporto.
2) O que levar na mala para a República Dominicana
Veja a seguir nossas dicas de o que levar para a República Dominicana:
- Protetor solar natural;
- Repelente natural;
- Produtos de higiene biodegradáveis;
- Kit menstruação lixo-zero;
- Óculos de sol;
- Boné ou chapéu;
- Blusas com proteção UV;
- Calçados confortáveis, como sneakers, ou sandálias de caminhada;
- Jaqueta impermeável;
3) Chip Airalo
Sempre precisamos de internet para utilizar mapas ou até mesmo pedir um transporte por aplicativo, não é mesmo?! Com o eSIM da Airalo você recebe acesso à internet assim que chegar na República Dominicana.

Não está familiarizado com a tecnologia eSIM? Neste artigo explicamos o que é e como funciona um eSIM.
4) Não esqueça de contratar um seguro viagem
Se você quer economizar no seguro para viajar pela América Latina, a Seguros Promo é sua melhor pedida! Nesta plataforma de comparação de preços você encontra promoções imperdíveis, de até 35% OFF.


A raposa ligeira alerta 🦊: Lembre-se de ler a apólice do seguro por completo para evitar surpresas. Cada indivíduo pode ter necessidades diferentes.
FAQ sobre o que fazer na República Dominicana
Confira algumas das perguntas frequentes sobre viagens para a República Dominicana:
Um roteiro compacto pode incluir Santo Domingo, Miches e passeio ecológico Eco Journey, em Punta Cana. Três dias na capital para história e passeios, três dias em Miches para natureza e descanso (incluindo o Parque Los Haitises) e no último quem sabe o Eco Journey na Fundação Punta Cana.
Você pode incluir a Península de Samaná! Uma sugestão é: Santo Domingo (3), Miches (3), Santa Bárbara de Samaná (2) ou Cosón (2), e você terá um roteiro equilibrado entre história, praia e natureza.
Punta Cana, Miches e Samaná são boas bases para famílias, com praias calmas e contato com natureza. Ensinar as crianças a respeitar a fauna e escolher atividades de observação responsável ajuda a desenvolver curiosidade, empatia e um entendimento real de como a natureza deve ser cuidada. Por isso, evite passeios que usam animais como atração, especialmente os que permitem tocar golfinhos ou macacos.
A República Dominicana é definitivamente um país que merece ser visitado para além do turismo sol e praia. Permita que as belezas naturais mostrem o caminho para o que a República Dominicana tem de mais precioso: sua cultura e suas pessoas. Entre em um colmado para provar a cerveja local, converse com os moradores, dance merengue, prove mangú e se encante com a energia desse país. O que fazer na República Dominicana só depende de você, afinal.
Tem alguma dúvida ou dica que não pode faltar por aqui? Compartilhe nos comentários e ajude outros viajantes a conhecerem esse lugar de um jeito ainda mais autêntico.
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* Todos os valores informados neste artigo foram coletados em outubro de 2025 e podem ter acréscimo de impostos e sofrer alterações a qualquer momento.
** As imagens são originais, tiradas por Jade Knorre.


































